Movimentos tomam a avenida Paulista (SP) contra a reforma trabalhista — Portal Fórum

Proposta que deve retirar direitos dos trabalhadores será votada amanhã (11) no Senado Por Redação, com a Agência Brasil O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e a Frente Povo Sem Medo fizeram uma manifestação na noite de hoje (10) na Avenida Paulista, em São Paulo, em protesto contra a reforma trabalhista – que será…

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BuzzFeed: Cunha e Funaro vão delatar Temer e confirmar pagamentos da JBS — Portal Fórum

De acordo com reportagem, operador do PMDB e ex-presidente da Câmara já estão concluindo os acordos de delação premiada em que devem citar Temer e confirmar a informação de Joesley Batista de que estariam recebendo dinheiro na prisão para ficarem calados. Depoimento dos dois deve constar na próxima denúncia de Janot contra Temer Por Redação …

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Odebrecht entrega prova de propina de R$ 126 milhões para grupo de Michel Temer

A Odebrecht apresentou aos investigadores da Lava Jato os extratos que comprovariam o pagamento da propina de US$ 40 milhões, equivalentes a R$ 126 milhões, acertada numa reunião presidida por Michel Temer, com a presença de Eduardo Cunha e do lobista João Augusto Henriques, ambos presos em Curitiba, segundo informam as jornalistas Camila Mattoso e Bela Megale.

A maior parte do dinheiro foi paga em contas no exterior e o valor equivalia a 5% de uma contrato na área internacional da Petrobras que a presidente deposta Dilma Rousseff cortou em 43%. As cifras superam até os US$ 40 milhões estimados inicialmente.

De acordo com os delatores Márcio Faria e Rogério Almeida, não se tratou de doação eleitoral, mas sim de propina, uma vez que o valor correspondia a 5% de um contrato da Petrobras. Quando soube que o PMDB estaria roubando na Petrobras, Dilma determinou que Graça Foster, então presidente da estatal, cortasse o contrato quase pela metade.

De acordo com uma pesquisa Vox Populi, hoje, 78% dos brasileiros defendem a cassação de Temer e 90% querem eleições diretas, para que o Brasil tenha um governo legítimo. Atualmente, segundo o filósofo Vladimir Safatle, o futuro de cada brasileiro está sendo decidido por corruptos. (Do 247)

Fonte: Carta Campinas

O significado da greve das mulheres neste 8 de março

Organizações feministas, populares e socialistas de todo o mundo convocaram uma greve internacional das mulheres no 8 de março para defender os direitos reprodutivos e contra a violência, entendida como a violência econômica, institucional e interpessoal. Por Cinzia Arruzza e Tithi Bhattacharya para revista Jacobi* Reuters Mulheres protestam nos Estados Unidos contra TrumpMulheres protestam nos […]

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Os 14 atos para “estancar a sangria” da Lava Jato

Com Temer no poder, governo, Congresso, PMDB, integrantes do Judiciário, grupos anti-PT e donos da mídia se movem em direção que indica tentativa de “delimitar” a operação.

por Redação — Carta Capital

Com o fim dos recessos no Legislativo e no Judiciário, fevereiro de 2017 se tornou um marco na pressão contra a Operação Lava Jato. A investigação abala a República há três anos, pois, assim como ocorreu com as operações Satiagraha e Castelo de Areia, a Lava Jato se embrenhou nos esquemas de financiamento de campanhas políticas e nas relações entre o empresariado e os donos de cargos
eletivos.

Graças à maior especialização dos investigadores e à criação de estruturas para as apurações, e também a uma intensa pressão da opinião pública, e publicada, a Lava Jato avançou. Com suas mega operações e também inúmeros vazamentos, além de ilegalidades como a divulgação dos áudios entre Lula e Dilma Rousseff, teve papel decisivo na derrubada do governo petista.

Na gênese da ação para remover Dilma estava também uma estratégia para acabar com a operação. Isso ficou claro no diálogo vazado e publicado em maio pela Folha de S.Paulo entre Sergio Machado, ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras), e o atual líder do governo Michel Temer no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

Jucá – Você tem que ver com seu advogado como é que a gente pode ajudar. […] Tem que ser política, advogado não encontra [inaudível]. Se é político, como é a política? Tem que resolver essa porra. . Tem que mudar o governo pra poder estancar essa sangria.

Machado – É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.

Jucá – Com o Supremo, com tudo.

Machado – Com tudo, aí parava tudo.

Jucá – É. Delimitava onde está, pronto.

A existência dessa estratégia foi confirmada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na denúncia em que pediu a abertura de um inquérito criminal contra o ex-presidente José Sarney (PMDB), os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) e Sérgio Machado, Janot afirmou que a formação do governo Temer visava proteger a organização criminosa investigada na Lava Jato. Segundo o PGR, as nomeações de Jucá, Sarney Filho e Fabiano Silveira para o ministério de Temer tinham o objetivo de criar “ampla base de apoio” para conter a Lava Jato.

Neste contexto, as duas primeiras semanas de fevereiro concentraram 14 atos que revelam uma movimentação para “estancar a sangria” provocada pelas investigações.

Confira a lista:

Eunício na presidênciado Senado – 1º de fevereiro

A base aliada do governo Temer se juntou para colocar no comando do Senado um alvo da Lava Jato, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Apelidado de “Índio” por um delator da Odebrecht, Eunício foi apontado como integrante do “núcleo dominante” do PMDB no Senado. Ainda segundo o delator, Eunício teria atuado em favor da Odebrecht no Senado em emendas benéficas à empresa. No cargo, Eunício terá papel determinante na análise de legislações que podem tolher as investigações, como a lei de abuso de autoridade ou a anistia ao caixa 2.

Maia na presidência da Câmara – 2 de fevereiro

Um dia depois de Eunício Oliveira ser eleito no Senado, a Câmara também confirmou sua intenção de ser comandada por um alvo da Lava Jato. “Botafogo” na delação da Odebrecht, Maia foi acusado de ter recebido dinheiro para defender os interesses da construtora, assim como de favorecer a OAS, outra empreiteira. Da mesma forma como Eunício, Maia tem peso relevante no futuro de projetos que podem afetar a Lava Jato. No ano passado, por exemplo, ele foi apontado como um dos articuladores do “golpe da madrugada”, um acordão em favor da anistia ao caixa 2.

Moreira Franco no ministério – 2 de fevereiro

No início de fevereiro, o então secretário-executivo do Programa de Parcerias em Investimentos (PPI) do governo foi promovido a ministro da Secretaria Geral da Presidência, ministério recriado por Temer para abrigar Moreira Franco. A nomeação, que se deu três dias depois de o STF homologar as delações da Obebrecht, foi vista como uma forma de proteger Moreira do juízo de Sergio Moro, responsável por julgar a Lava Jato em primeira instância. Ao contrário do que ocorreu quando Lula estava na mesma situação, o STF autorizou a nomeação de Moreira.

Temer indica Moraes ao STF – 6 de fevereiro

No início do mês, Temer decidiu indicar seu ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para o Supremo Tribunal Federal. A nomeação chamou atenção porque Moraes, homem de confiança de Temer, pode vir a ser responsável por julgá-lo caso o atual ocupante do Planalto seja denunciado pela Procuradoria-Geral da República. Apenas em uma delação da Odebrecht no âmbito da Lava Jato, Temer foi citado 43 vezes.

Alexandre de Moraes
Moraes é o nome de Temer para o STF: (Foto Fernando Frazão / Agência Brasil)

Gilmar Mendes critica Moro – 7 de fevereiro

Crítico conhecido de Sergio Moro, o ministro do STF Gilmar Mendes pouco falou sobre as decisões do magistrado enquanto a Lava Jato tinha o PT e o governo Dilma Rousseff na mira. No retorno do recesso de 2017, o amigo de Temer voltou à carga e passou a criticar as prisões decretadas por Moro, vistas pelos defensores da operação como importantes para o avanço das investigações.

“Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre este tema que conflita com a jurisprudência que desenvolvemos ao longo desses anos”, disse Mendes. Em despacho publicado três dias depois, Moro afirmou, sem citar Gilmar, que não vai ceder “à pressão política”.

Articulação pró-Cunha – 8 de fevereiro

Potencial delator, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB) está preso desde outubro, por uma decisão de Sergio Moro que foi referenda pelo antigo relator da Lava Jato no STF, Teori Zavascki. Um recurso da defesa de Cunha está no STF, mas foi retirado da Segunda Turma, responsável pela Lava Jato, por Teori, que temia uma articulação pró-Cunha.

O exame do caso pelo STF estava pautado para 8 de fevereiro, data mantida por Edson Fachin, o novo relator da Lava Jato. Fachin chegou a dizer que o caso seria examinado pelo plenário naquela data, mas a sessão foi encerrada sem que o tema fosse discutido.

Edison Lobão na CCJ – 9 de fevereiro

Como a maior bancada do Senado, o PMDB tinha o direito de indicar o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o mais importante e estratégico colegiado da Casa. O nome escolhido pelo partido foi o de Edison Lobão (MA), objeto de dois inquéritos e duas investigações da Lava Jato. A escolha de um alvo dos procuradores para atuar na linha de frente do Senado foi entendida como uma tentativa de dar proeminência a ele para enfrentar a Lava Jato.

Investigados na CCJ – 9 de fevereiro

Assim como a presença de Lobão na presidência da CCJ, as nomeações dos senadores para compor o colegiado provocaram questões sobre a motivação das indicações. Dez integrantes da comissão são alvo da Lava Jato e poderão votar a indicação de Alexandre de Moraes para o STF.

“Estadão” contra Dallagnol – 9 de fevereiro

Os editoriais do jornal O Estado de S.Paulo mostram que os donos do veículos são atualmente os mais alinhados à administração de Michel Temer. Na mesma semana, a publicação fez dois artigos atacando o procurador do MPF Deltan Dallagnol, coordenador da força-tarefa da Lava Jato. Nos textos, o jornal acusou Dallagnol de defender um “direito autoritário, próprio das tiranias” e a “relativização do direito de defesa”, preocupações que não manifestava quando Dilma estava no poder.

Como se sabe, a imprensa teve um papel relevante para galvanizar o discurso anticorrupção contra Dilma e o recuo nessa posição poderia ajudar Temer, assim como prejudicar a Lava Jato, que deposita muitas esperanças na opinião pública.

CCJ contra Janot – 10 de fevereiro

Duas das tarefas da CCJ do Senado são sabatinar e aprovar, ou não, a indicação do Palácio do Planalto para a Procuradoria-Geral da República. Reconduzido ao cargo por Dilma em 2015, contra a pressão do PMDB, Rodrigo Janot está em seu segundo mandato, que acaba em setembro.

Ele poderia ser reconduzido por Temer, se este assim desejasse, mas deve enfrentar restrições na CCJ, onde estão muitos alvos da Lava Jato. Segundo publicou a Coluna do Estadão, “partidos atingidos pela Lava Jato” já iniciaram as tratativas para bloquear um eventual terceiro mandato de Janot ou a escolha de alguém próximo a ele.

Lobão defende anistia e critica delações – 11 de fevereiro

Em entrevista publicada pelo jornal O Estado de S.Paulo, Edison Lobão criticou a Operação Lava Jato. Para o presidente da CCJ do Senado, a anistia ao caixa 2, vista como golpe de morte na Lava Jato, é constitucional, e pediu mudanças na legislação que trata das delações premiadas, defendendo que só sejam admitidas se o delator estiver solto. Para Lobão, a Lava Jato “virou um inquérito universal” que pode levar o Brasil à “tirania”.

Edison Lobão
Lobão: investigado, ele comanda a CCJ e é favor da anistia ao caixa dois (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Leandro Daiello fora da Polícia Federal? – 12 de fevereiro

Leandro Daiello é o diretor da Polícia Federal desde 2011, quando foi nomeado por José Eduardo Cardozo, então ministro da Justiça de Dilma Rousseff. Há muito tempo no cargo, colecionou desafetos na PF, em especial entre os delegados. Na sexta-feira 10, uma assembleia da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF) aprovou o envio de um carta a Temer pedindo a cabeça de Daiello. Em 12 de fevereiro, a carta foi enviada.

A ADPF alega que Daiello estaria prejudicando as investigações da Lava Jato, ao promover mudança na força-tarefa da operação, mas os integrantes da PF que atuam na força-tarefa rechaçam essa impressão e atribuem a Daiello apoio fundamental na continuidade das investigações. Temer vai nomear um novo ministro da Justiça para o lugar de Daiello e a pressão da ADPF pode ser alavanca para retirar do cargo o diretor da PF.

O silêncio das ruas – 13 de fevereiro

Na segunda-feira 13, vários dos movimentos que foram às ruas contra o PT anunciaram um novo protesto para 26 de março. A divergência de pauta entre eles na nova convocação evidencia, entretanto, que a única motivação em comum desses grupos eram o antipetismo. O Vem Pra Rua tem feito postagens nas redes sociais contra a nomeação de Moreira Franco, mas o Movimento Brasil Livre (MBL), que é aliado do governo Temer, vai para as ruas defendendo as reformas trabalhista e previdenciária , as duas principais pautas legislativas do Planalto.

Temer protege os investigados do governo – 13 de fevereiro

Na segunda-feira 13, Temer fez um pronunciamento cujo objetivo declarado era prometer que não iria interferir na Lava Jato. Como argumento para tanto, disse que ministros denunciados seriam afastados provisoriamente e ministros tornados réus seriam demitidos. Na prática, Temer deu um salvo-conduto para que os ministros citados em delações premiadas continuem trabalhando, em uma tentativa de blindar seu governo contra os vazamentos das investigações.

 

Petição contra indicação de Moraes ao STF reúne 100 mil assinaturas

O Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da USP, criou um abaixo-assinado virtual contra a indicação feita por Michel Temer do nome de seu ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para a vaga de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal; a meta é conseguir 150 mil assinaturas; segundo a nota de repúdio elaborada pelos estudantes, e que será apresentada ao Senado, Moraes demonstrou, ao longo de sua trajetória política, “desrespeito a princípios fundantes da Carta Magna”, além de emitir, constantemente, “declarações e posturas histriônicas e fortemente partidarizadas”; os signatários afirmam ver com “inquietação e incredulidade” a indicação de Moraes

247 – O Centro Acadêmico XI de Agosto, da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), criou um abaixo-assinado virtual no site change.org contra a indicação feita por Michel Temer do nome de seu ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, para a vaga de Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal.

A meta é conseguir 150 mil assinaturas. Segundo a nota de repúdio elaborada pelos estudantes, e que será apresentada ao Senado, Moraes demonstrou, ao longo de sua trajetória política, “desrespeito a princípios fundantes da Carta Magna”, além de emitir, constantemente, “declarações e posturas histriônicas e fortemente partidarizadas”. Os signatários afirmam ver com “inquietação e incredulidade” a indicação de Moraes.

Confira a íntegra do texto:

NOTA DE REPÚDIO DO CENTRO ACADÊMICO XI DE AGOSTO À NOMEAÇÃO DE ALEXANDRE DE MORAES AO STF

É com tremenda inquietação e incredulidade que recebemos a notícia de que o atual Ministro da Justiça Alexandre de Moraes será o nome indicado por Michel Temer para substituir Teori Zavascki no Supremo Tribunal Federal.

Redigimos há poucos dias uma carta dirigida ao Ministro em que expressamos que ele não se encontrava a altura do cargo de Ministro da Justiça. O mesmo vale de maneira ainda mais veemente ao posto de Ministro do Supremo Tribunal Federal. Moraes demonstrou ao longo de sua trajetória desrespeito a princípios fundantes da Carta Magna. São constantes declarações e posturas histriônicas e fortemente partidarizadas, o que definitivamente não lhe confere a “reputação ilibada” exigida pelo cargo.

Em sua tese de doutoramento, apresentada na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, em julho de 2000, o hoje ministro da Justiça, sustentou que, na indicação ao cargo de ministro do Supremo, fossem vedados os que exercem cargos de confiança “durante o mandato do presidente da República em exercício” para que se evitasse ‘demonstração de gratidão política’. Por esse critério, ele próprio estaria impedido de ser indicado por Temer. Mesmo que não haja acordo com tal impedimento para as nomeações, no presente caso é patente o conflito de interesses colocado.

Sua postura diante da crise no sistema carcerário, como indicamos anteriormente, também atinge a sua figura, demonstrando completa incompetência por parte do indicado. As declarações do ministro explicitaram a incapacidade para atuar como representante da justiça no país, ainda mais em relação ao que se espera de um juiz do Supremo enquanto guardião da Constituição.

Ainda enquanto Ministro da Justiça, em gesto absurdo durante ato de campanha do então do deputado Duarte Nogueira (PSDB/SP) a Prefeitura de Ribeirão Preto, Moraes vazou informações sigilosas sobre o futuro das investigações da Operação Lava-Jato, adiantando uma nova fase da Operação.

Alexandre de Moraes tem apenas 49 anos, o que lhe confere a possibilidade de exercer durante 26 anos o posto de Ministro. É impensável que diante do que se pretende ser um regime democrático, alguém goze de tamanho poder por tanto tempo, ainda mais sem contar com a legitimidade do voto popular como ocorre no Judiciário.

Além de repudiarmos veementemente a nomeação de Alexandre de Moraes, defendemos — assim como a própria tese de doutoramento do indicado — que seja adotado o modelo de mandatos com prazo definido para os juízes do Supremo. Não é possível que indicações, algumas tão polêmicas como no caso em tela, fiquem tanto tempo na Corte Suprema.

Anunciaremos em breve, também, um Ato contra a absurda nomeação.

#XIDEAGOSTO
#MoraesnoSTFNAO

Fonte: Brasil 247

Vestiram a camisa amarela da CBF e se alimentaram no enterro de Marisa Letícia

Por Susiana Drapeau

Os coxinhas que saíram de camisa amarela pelas ruas em defesa de Eduardo Cunha, da intervenção militar, e da merda toda que virou o país com Temer, apareceram.

Estavam quietos, mas resolveram aparecer no enterro de Marisa. Estavam com fome.

Ficaram ali, na tela do computador, da TV como abutres esperando a hora de dar uma bicada no olho de Lula no meio do luto. Se o coxinha não respeita nem o Luto, imagina o que significa o outro. 

É uma pena, mas não se pode fazer quase nada contra a ignorância.

A homenagem de Lula à esposa Marisa foi uma das coisas mais belas porque foi a homenagem de um companheiro, não de um marido.

E isso deve dar muito ódio.

Não foi uma homenagem para a “mulher do Lula”, mas para a companheira Marisa.

Lula lavou a alma de Marisa, apontou para aqueles que a levaram à morte.

E isso dá um ódio.

Os coxinhas não sabem o que Marisa foi para Lula, a metade de suas vitórias e conquistas.

Eles vestem a camisa do CBF, fodem com a democracia, fodem com todo mundo, e vão para o enterro de Marisa Letícia. O coxinha é uma Suzane von Richthofen da política.

Os coxinhas são o privado no ambiente público.

O superego é fraco ou inexiste.

Aliás, misturar o privado com o público é o máximo do coxinismo.

O coxinha não sabe o que é luta, mas conhece bem o que é privilégio, boquinha.

Aliás, boquinha não. Boquinha era o PT. O coxinha é bocão. Ele quer tudo para ele.

O coxinha não quer 3% de propina porque é coisa de pobre, do PT, o coxinha quer um terço.

O coxinha nunca vai entender o que é companheira, mas sabe bem o que é “mulher do”.

Afinal, o coxinha gosta é de propriedade.

Fonte: Carta Campinas

Carta Capital se desespera e publica: “Lava Jato e República de Curitiba destruíram o Brasil”

A Carta Capital dedicou a capa da edição dessa semana para difamar a Operação Lava Jato. A revista publicou afirmações de que a Lava Jato destruiu o Brasil e seus projetos estratégicos. Com uma caricatura do juiz Sérgio Moro “bebê”, brincando com submarinos, aviões e uma plataforma de petróleo da Petrobras, a publicação acusa o trabalho da […]

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Aécio Neves e sua multiplicação de patrimônio

Por Maria Fernanda Arruda, colunista de política do Cafezinho.

Montezuma é um município mineiro no norte de Minas Gerais com um dos mais baixos Índices de Desenvolvimento Humano (IDH). Deputados, governadores e senadores mineiros poderiam desenvolver boas políticas públicas para elevar o desenvolvimento local, tais como incentivar as pequenas propriedades rurais familiares.

No entanto o município é palco de uma triste história do patrimonialismo de oligarquias políticas do Brasil.

Terras rurais em Montezuma que foram registradas pelo estado de Minas como devolutas acabaram indo parar no patrimônio pessoal do senador Aécio Neves (PSDB) após uma disputa judicial por usucapião da empresa agropecuária de seu pai.

O fim desta história aparece com o patrimônio do senador engordando na declaração de bens feita nas eleições de 2014 em relação à de 2010. O segundo maior item de sua variação patrimonial (herança) foi no valor de R$ 666.660,00 referente a cotas da empresa Perfil Agropecuária e Florestal Ltda.

Porém, quando voltamos ao dia 2 maio de 2000, nota-se que iniciou-se uma disputa para apropriação de terras públicas, típica do coronelismo patrimonialista praticado nos rincões do Brasil arcaico.

A Perfil Agropecuária e Florestal Ltda. pertencia a Aécio Ferreira da Cunha, pai do senador tucano. A empresa entrou com processo de usucapião para registrar a propriedade de vastos 950 hectares de terras em Montezuma, em 02/05/2000.

Já soa injusto a lei permitir que uma empresa de um ex-deputado, que morava desde a década de 1960 no Rio de Janeiro, ser tratada como se fosse de camponeses posseiros que adquirem o direito ao usucapião por trabalharem e viverem na terra. O juizado da comarca de Rio Pardo de Minas julgou a favor da empresa em 2001.

Na hora da empresa registrar a fazenda no Cartório de Registro de Imóveis competente, a área já estava registrada em nome do Estado de Minas Gerais, como terras devolutas, em cumprimento a outra ordem judicial anterior da Apelação Cível nº 86.106/4.

A partir daí houve longa disputa judicial, com o estado de Minas recorrendo para ter as terras de volta.

Desembargadores mineiros votaram a favor da família de Aécio.

É preciso lembrar que em 2000 o atual senador era deputado federal pela quarta vez e deveria representar os interesses públicos dos cidadãos de Minas, e não seu próprio interesse privado. De 2003 a 2010 foi governador de Minas. Presenciamos a inusitada situação política de, na prática, o interesse do “herdeiro” brigar na justiça com o do “governador”.

O interesse patrimonial privado do herdeiro falou mais alto do que o interesse público da população que o cargo de governador deveria representar.

Uma gleba de 950 hectares de terras devolutas poderia ser a redenção de famílias camponesas pobres de Montezuma, através da geração de renda pela produção da agricultura familiar, em vez de apenas somar um pouco mais ao já elevado patrimônio da oligarquia política dos Neves da Cunha.

Este caso explica muito das raízes da desigualdade passada de geração para geração e da concentração das riquezas no Brasil nas mãos de poucos. Muitas destas riquezas vindas de um processo de apropriação de patrimônio público por mãos privadas, justamente pelas mãos de quem deveria defender o interesse e o patrimônio público.

Fonte: O Cafezinho

Ministro da Saúde de Temer, que quer acabar com Mais Médicos, é investigado por corrupção e peculato — bloglimpinhoecheiroso

Ricardo Barros, tesoureiro-geral do PP, sofre ações por sua gestão como prefeito de Maringá (PR). Em sua posse na Saúde, deu indícios de que o programa Mais Médicos poderá estar com dias contados. Helena Sthephanowitz, via RBA em 14/5/2016 15:02 Escolhido para ser o ministro da Saúde de Michel Temer, o engenheiro civil e tesoureiro […]

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Estudantes secundaristas ocupam Assembleia Legislativa de SP contra os ladrões da merenda — Educação Política

Estudantes secundaristas ocupam a Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo contra os ladrões da merenda escolar. Alunos do ensino médio e técnico profissionalizante das Escolas Técnicas Estadu… Fonte: Estudantes secundaristas ocupam Assembleia Legislativa de SP contra os ladrões da merenda

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Para professor da Unicamp, já vivemos Estado de Exceção semelhante ao nazismo — Educação Política

O pesquisador e professor da Unicamp Laymert Garcia dos Santos afirmou que o Brasil não passa somente por um golpe de Estado, mas já vive um Estado de Exceção e um momento muito parecido com a qued… Fonte: Para professor da Unicamp, já vivemos Estado de Exceção semelhante ao nazismo

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Dilma: “Cunha é pecado original do impeachment” — Blog do Renato

A uma plateia formada por ativistas dos direitos humanos, a presidenta Dilma Rousseff disse, nesta quinta (27), que o processo de impeachment em curso no Senado coloca em xeque não só o seu mandato, mas a própria democracia e uma série de direitos. Ao reiterar que o pedido de impedimento tem problemas desde sua origem, […]

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Sem imagem ou gravação, Conselho ouve lobista do PMDB sobre Eduardo Cunha — Luis Nassif Online

Categoria: Congresso Logo no início da sessão, a imprensa foi impedida de acompanhar o depoimento de Fernando Baiano no Conselho de Ética da Câmara Jornal GGN – O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados ouve, neste momento, o depoimento do lobista Fernando Baiano, apontado pela Operação Lava Jato como o operador de propina…

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Moro tinha conhecimento de grampo de advogados, diz defesa — bloglimpinhoecheiroso

Via Brasil 247 em 6/4/2016 Em resposta a um ofício da Procuradoria Geral da República que acusa o ex-presidente Lula de ter alterado o número do telefone da empresa de palestras LILS no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica após polêmica dos grampos, a fim de “levar a erro”, a defesa do petista respondeu que a […]

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