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A “retomada” do arrocho salarial

O texto é do insuspeito G1, do grupo Globo:

O reajuste de 1,81% no valor do salário mínimo para o ano de 2018, de R$ 937 para R$ 954, é o menor desde o Plano Real, anunciado em 1994 e que controlou a hiperinflação na economia brasileira, aponta série histórica do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).Isso significa que o reajuste que será aplicado no salário mínimo no ano que vem o menor em 24 anos.

17 reais por mês significam menos de 56 centavos por dia. Por hora trabalhada, o que passa a ser importante desde que se liberou a contratação de trabalhadores “intermitentes”, o reajuste é de 8 centavos.

É a lei, dirão os adeptos do “mercado”.

Verdade, o que não implica deixar de entender que, na prática, isso significa zero.

Ou mais que isso: o  governo vai economizar R$ 3,3 bilhões no ano que vem com a redução de seis reais (nos R$965 previstos no Orçamento Federal) com o zero para os aposentados, dinheiro que vai num instante nas benesses para sacrificar…os aposentados.

Depois, sabe-se que a variação de 1,81% do INPC, usada para sacramentar esta perversidade, está pendurada no mais volátil preço: o dos alimentos, que “segurou” durante 2017 o índice de inflação e que, com seca ou chuva, muda em um instante. E o salário, não.

De qualquer forma, um benefício imaterial este pífio reajuste traz: o de esclarecer aos mais tolos o que é e a que veio este governo do golpe.

Fonte: http://www.tijolaco.com.br/blog/

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